Uma atitude errada pode complicar a vida de milhões de estudantes. Foi o caso do Enem 2009. Um sujeito realemente sem bom senso 'surrupiou' um caderno de questões e tentou ingenuamente lucrar com isso. Poucas horas depois milhões de candidatos recebiam a notícia de que a mais importante prova do ano havia sido adiada.
Como consequência, várias faculdades do país resolveram não utilizar mais o resultado do Enem como forma de avaliação. Quando isso foi publicado, milhões de estudantes já sabiam que não valeria de nada fazer o Enem se este não seria utilizado pelas instituições de ensino superior.
O índice de desistencia esse ano subiu para quase 40%, e além de tudo, a credibilidade para com o INEP está cada vez menor.
O que penso é o que se passa na mente de um fulaninho qualquer que resolve roubar uma prova e prejudicar tanta gente além de causar um prjuízo de milhões de reais aos cofres públicos. Em alguns dias ele prejudicou mais gente do que a gripe A levou meses para fazer. É incauculavel a quantidade de pessoas que poderiam entrar na faculdade ano que vem e que agora viram seus sonhos destruídos. É triste imaginar que um órgão como o Inep não tenha segurança o suficiente. Espera-se que os 'ilustríssimos senhores 'surrupiadores" Felipe Pradella, Marcelo Sena Freitas, Filipe Ribeiro Barbosa,Gregory Camillo Oliveira Craid e o empresário Luciano Rodrigues sejam coondenados por peculato (furto praticado por servidor público), corrupção passiva (exigir vantagem indevida) e violação de sigilo funcional.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Aurora, Crepúsculo e Noite
Lágrimas de emoção
E o Sol nasce
com o pulsar de um novo coração
Lágrima descontente
Sol no auge
Já levou o garotinho inocente
Lágrima de alívio e comoção
Sol se pôs e arrancou do coração
Arrancou do coração a pulsação
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Corrupção na terra do conformismo
Por Salomão Rodrigues Evangelista de Oliveira
O século XXI talvez seja, relembrando a Idade Média, a Era das Trevas. Vivencia-se a época da decadência humana e o típico conformismo brasileiro com relação à ética. Denúncias e escândalos de fatos que desrespeitam o conjunto de regras morais provoca o pensamento uniforme no tal cidadão brasileiro: “são todos iguais, são todos corruptos”.
Essa é uma técnica nacional que, além de manchar a memória daqueles que tanto fizeram pelas reformas políticas, livra qualquer um de sua responsabilidade para com o país.
Basta uma reportagem no jornal para que, instantaneamente, milhões de brasileiros digam o quanto este é um país de corrupção. É neste momento que se protesta contra tudo e todos, generalizando como se todo se passasse em outro país ou com outras pessoas.
A auto-estima e o orgulho nacional andam em baixa, exceto é claro, durante o Carnaval e a Copa do Mundo, quando todas as afrontas à ética são esquecidas e dão lugar a um coro temporário que canta o quanto esta pátria é amada e idolatrada, o quanto este terra dourada, que dos filhos deste solo é mãe gentil, tem um futuro que espelha essa grandeza.
Depois tudo passa, vão-se as denúncias, e nada se sabe, nada se viu, vão se as reclamações, e, tudo se torna o velho conformismo dos tempos de colônia.
Verdade pe que, a situação degradante em que se encontra a ética no Brasil é responsabilidade de todos os que nele vivem e que, infelizmente, ignoram o fato de pertencerem a ele, como se cada vez que as palavras “eles são todos corruptos” são pronunciadas, o imobilizante conformismo se espalha pelas veias dos brasileiros lhes causando uma repentina perda de memória e um triste desapego à ética. Assim o círculo vicioso de falta de ética, o comodismo e a maneira como o brasileiro generaliza a corrupção volta a se repetir.
O século XXI talvez seja, relembrando a Idade Média, a Era das Trevas. Vivencia-se a época da decadência humana e o típico conformismo brasileiro com relação à ética. Denúncias e escândalos de fatos que desrespeitam o conjunto de regras morais provoca o pensamento uniforme no tal cidadão brasileiro: “são todos iguais, são todos corruptos”.
Essa é uma técnica nacional que, além de manchar a memória daqueles que tanto fizeram pelas reformas políticas, livra qualquer um de sua responsabilidade para com o país.
Basta uma reportagem no jornal para que, instantaneamente, milhões de brasileiros digam o quanto este é um país de corrupção. É neste momento que se protesta contra tudo e todos, generalizando como se todo se passasse em outro país ou com outras pessoas.
A auto-estima e o orgulho nacional andam em baixa, exceto é claro, durante o Carnaval e a Copa do Mundo, quando todas as afrontas à ética são esquecidas e dão lugar a um coro temporário que canta o quanto esta pátria é amada e idolatrada, o quanto este terra dourada, que dos filhos deste solo é mãe gentil, tem um futuro que espelha essa grandeza.
Depois tudo passa, vão-se as denúncias, e nada se sabe, nada se viu, vão se as reclamações, e, tudo se torna o velho conformismo dos tempos de colônia.
Verdade pe que, a situação degradante em que se encontra a ética no Brasil é responsabilidade de todos os que nele vivem e que, infelizmente, ignoram o fato de pertencerem a ele, como se cada vez que as palavras “eles são todos corruptos” são pronunciadas, o imobilizante conformismo se espalha pelas veias dos brasileiros lhes causando uma repentina perda de memória e um triste desapego à ética. Assim o círculo vicioso de falta de ética, o comodismo e a maneira como o brasileiro generaliza a corrupção volta a se repetir.
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